Coalizão Indústria se encontra com o presidente Jair Bolsonaro

Coalizão Indústria se encontra com o presidente Jair Bolsonaro

Texto por ABIQUIM A Coalizão Indústria, formada pela Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), Abiquim, Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos), AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes dos Veículos Automotores), Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC) e Instituto Aço Brasil, se reuniu no dia 25/03, no Palácio do Planalto, com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, e com os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para fazer uma avaliação do andamento da Agenda Brasil defendida pela indústria, que tem como principal objetivo a retomada do crescimento econômico.

Foi salientada pelos representantes da Coalizão Indústria a importância do ajuste fiscal para o qual é essencial a urgente aprovação da Reforma da Previdência. Neste sentido, a Coalizão Indústria veio manifestar seu integral apoio à proposta encaminhada pelo Presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional.

Representantes setoriais da Coalizão Indústria
Representantes setoriais da Coalizão Indústria

A Coalizão defende uma agenda que tem como prioridade a retomada do crescimento econômico de forma sustentada, que permita geração de renda e empregos. É entendimento da Coalizão que tal crescimento só será obtido com a realização do ajuste fiscal, tendo a Reforma da Previdência como grande prioridade. Realizado o ajuste, a retomada do crescimento do País se dará via construção civil e infraestrutura e o fomento às exportações; desburocratização, com redução de obrigações assessórias; e disponibilidade de crédito; em relação a uma maior abertura comercial do país, a coalizão entende que seja feita após as correções das assimetrias competitivas. Neste sentido, o governo já sinalizou que a abertura será feita de forma gradual, segura e negociada.

Estes setores da coalizão, juntos, representam 39% do PIB da indústria (R$ 485 bilhões); 58% das exportações manufatureiras (R$ 151 bilhões); 30 milhões de empregos diretos e indiretos; e contribuem com R$ 250 bilhões em pagamento de impostos.*

  • Fonte: assessoria de imprensa do Instituto Aço Brasil.

Fonte original do texto: Abiquimhttps://abiquim.org.br/comunicacao/noticia/8087

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