Desafios do setor químico são apresentados pela Abiquim em debate do movimento INOVA, em Cubatão

Seminário

Texto por ABIQUIMOs desafios dos setores químico, petroquímico e de fertilizantes foram debatidos no terceiro encontro do movimento INOVA, realizado no dia 18 de novembro no Bloco Cultural Cubatense. A iniciativa une políticos, empresários, sindicatos, sociedade civil organizada e instituições de ensino para promover o desenvolvimento econômico e geração de empregos na região Metropolitana da Baixada Santista.

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O gerente de Gestão Empresarial da Abiquim, Luiz Shizuo Harayashiki, representou a Associação no painel de especialista e apresentou a indústria química brasileira, sua importância para os demais segmentos industriais, como o setor pode alavancar a economia nacional e os desafios para o crescimento do setor. Harayashiki também apresentou o Programa Atuação Responsável®, iniciativa da indústria química brasileira e mundial destinada a demonstrar seu comprometimento voluntário na melhoria contínua de seu desempenho em saúde, segurança e meio ambiente. Além de promover o diálogo aberto e franco com a comunidade.

Herbert Passos Filho (Sindicato dos Químicos da Baixada Santista), o professor Charles Artur Santos de Oliveira; o gerente da Abiquim, Luiz Shizuo Harayashiki; a professora Michele Fripp Lazzari Schaeferintegrante da Equipe do Segmento Química, Petroquímica e Fertilizantes do INOVA, David Roquetti Filho, e os professores Maurício Marques Pinto da Silva e Antonio José Calixto de Souza

Também participaram do painel o presidente do Sindicato dos Químicos da Baixada Santista, Herbert Passos Filho, que abordou a importância da indústria para a geração de empregos na região, e o diretor executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), David Roquetti Filho, que destacou a importância dos fertilizantes para a produtividade do agronegócio brasileiro.

O encontro foi promovido pela INOVA Região Metropolitana da Baixada Santista em parceria com a prefeitura de Cubatão. O debate também incluiu os desafios da administração municipal e da dinâmica regional quanto aos esforços das gestões locais. O INOVA foi concebido pela união de representantes de diversos segmentos incomodados com a estagnação e retração do desenvolvimento econômico regional.

O movimento Inova está divido em seis segmentos econômicos: turismo; logística e transportes; siderurgia; construção civil e mercado imobiliário; química, petroquímica e fertilizante; e economia criativa. Além dos debates, as universidades e escolas técnicas da região realizam estudos sobre os temas e apresentarão os resultados em fevereiro de 2020.

Fonte original do texto: ABIQUIM

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