Abiquim discute Novo Mercado de Gás Natural

Abiquim discute Novo Mercado de Gás Natural

Texto por Abiquim Na última quarta-feira 17/04, a Abiquim reuniu membros do Conselho Diretor da entidade; da comissão de Economia e dos grupos de trabalho com foco em Gás Natural; Matéria Prima e Energia para discutir questões relacionadas ao novo Mercado de Gás Natural. Marco Tavares, sócio fundador da Gás Energy, consultoria que atua nas áreas de gás, petróleo e energia, fez uma apresentação destacando os problemas de monetização do gás e a competitividade do novo gás do Pré-Sal.

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Tavares abordou que o cenário atual é um excelente momento para discussão sobre a competitividade do Gás Natural, dada a atenção que o novo Governo tem dispendido para o assunto: “É a primeira vez, em vinte anos, que o gás está sendo olhado como item relevante dentro do processo econômico do setor de energia, e o governo federal mostra-se interessado na criação de políticas de óleo e gás”, ressaltou. O especialista também falou sobre a necessidade de atualização do modelo de gestão de energia, que atualmente conta com crescimento de apenas 4% ao ano, mesmo tendo capacidade para crescer mais.

Membros do Conselho Diretor da Abiquim; da comissão de Economia e dos grupos de trabalho com foco em Gás Natural; Matéria Prima e Energia
Membros do Conselho Diretor da Abiquim; da comissão de Economia e dos grupos de trabalho com foco em Gás Natural; Matéria Prima e Energia (Foto: ABIQUIM)

Segundo Tavares, o GN é uma grande oportunidade para investimentos, dada sua vasta disponibilidade, inclusive, nas áreas de exploração do Pré-Sal. Ao contrário do que comumente pensa-se, explicou Tavares, há campos de exploração do pré-sal que não possuem CO2 em seu processo de exploração, o que facilita a obtenção do gás natural. Ainda como fonte de oportunidade, Tavares explicou que a competitividade do gás natural depende, intrinsecamente, do crescimento da demanda industrial. “O gás natural, dada à falta de políticas de incentivo ao consumo, possui pouca relevância econômica, e essa questão precisa ser solucionada, do contrário, um grande recurso energético continuará sendo desperdiçado”.

Fonte original do texto: Abiquimhttps://www.abiquim.org.br/comunicacao/noticia/8118

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